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ECONOMIA SOLIDÁRIA

  NOVAS REGRAS

ARTIGOS 2021

ESG ( SOCIAL, GOVERNANÇA E AMBENTAL)  

TENDÊNCIA PARA OS NEGÓCIOS

 

A ESG é expectativa para um mundo mais justo, mas falta um destaque ao social que precisa conduzir a governança para o desenvolvimento social e ambiental.

A ESG é uma nova visão em discussão para desempenhar as atribuições  de um mundo mais justo que se preocupa com o investimento para o social, governança e ambiental. Este poderá se transformar num meio de organizar uma sociedade democrática e responsável.

 

ESG é uma sigla em inglês que significa ambiental, social e governança surgiu em 2004 por iniciativa da Who Cares Wins, da ONU (Organização das Nações Unidas) em parceria com Instituições financeiras. As empresas são sustentáveis, consciente e corretamente  gerenciada.

 

No Brasil a ESG chegou no ano passado  com força para ficar e um dos problemas  é “criar   para não sufocar as empresas com as exigências, pois antes o investidor só queria saber do retorno financeiro, sem se preocupar com impacto “ no jornal O  Estado de São Paulo 27/06/2021 ), suplemento. O Brasil não pode julgar sua própria realidade para participar do movimento de da esg, pois falta esclarecimento sobre o tema de modo a orientar de maneira a criar novos padrões para as empresas.

 

Os benefícios de  reunir ao ESG são:- conseguir agregar ao negócio à sociedade e ao planeta; reduzir os riscos socioambientais e de governança; garantir atuação sustentável no planeta; retenção de talento; melhorar o relacionamento com todas as partes interessadas com as práticas do movimento esg.

 

É indispensável  modificar o mercado onde as empresas desempenham a governança, social e ambiental-ESG ( na sigla em inglês).  É um caminho sem volta para as empresas, pois se é obrigação: zelar o meio ambiente, ter responsabilidade para resolver por melhores governanças conduz a empresa a ação. Estas boas práticas dá origem a melhores  resultados.

 

No Brasil 85%  percebem por meio da ESG que é melhor comprar e manter no mínimo o risco ambiental e 97% a nível global tem esperança que as marcas resolvam os problemas sociais.

 

As empresas ou marcas põem em práticas os princípios da sustentabilidade e se coloca em integração com a comunidade. A integração com o social busca resolver a desigualdade. As empresas tratam de resolver os problemas socioambientais, pois uma das questões não resolvida na pandemia é a urgência dos problemas ambientais. Este movimento submete a esforço os consumidores mais bem informados e investidores que além dos índices financeiros examinam os fatores ambientais, sociais e de governança da empresa.

 

A ESG dá assistência a investimento sólido que  concede auxílio mútuo para desempenho da empresa em áreas criticas, como: mudanças climáticas, remuneração, diversidade e inclusão.

 

Com relação ao social é como a empresa trata com referência seus parceiros; clientes, colaboradores e funcionários, etc.. Além dos temas, inclusão e diversidade enquanto a governança opta pela melhor gestão corporativa.

A prática do ESG acrescenta os investimentos e apresenta bons resultado nos negócios e finanças que pode ser também um critério para o investimento. Os investidores levam em conta para conduzir capital as empresas o alinhamento com os princípios ESG. Cito a seguir alguns princípios:- Valores éticos; práticas ambientais, sociais e de governança; investimento responsável;

 

Na pandemia a ESG mune-se de melhoria na sociedade, motivo pelo qual está se transformando numa obrigação para a empresa. É uma das principais tendências para2021.

 

As empresas que optam pelas práticas ESG conseguem:- Otimizar o investimento, reduzir problemas legais; aumentar a receita; diminuir custos e elevar produtividade.

 

A ESG está convertendo o investimento pelas melhores práticas ambientais, sociais, governança, não é somente o lucro dos acionistas, mas também bem-estar dos funcionários, redução das desigualdades sociais; desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente.

A ESG fica na dependência de política pública, pois as empresas estão subordinando suas ações na condição de agente. Quem a adota tem maior  valor no mercado.

 

Isto é para as empresas de todos os portes, pequenas, médias e grandes, além da cooperativa de crédito.

 

A cooperativa de crédito adota a ESG . O cooperativismo  tem a capacidade para intervir e por em práticas a organização socioeconômica com sustentabilidade e executar as respectivas funções e adaptar aos seus (7) sete princípios. “Preocupação com a comunidade” o sétimo, que vincula com o meio ambiente, as ações humanitária e socioambienta. A diferença da ESG com a cooperativa ambiental é que não é só uma empresa mais um conjunto de conhecimento de princípios básicos em que as pessoas e as instituições usufruem de  práticas empresariais  na qual a gestão é feita pelos cooperadores que são donos e gestores.

 

È uma sociedade de pessoas e não de capital numa união determinada por princípios básicos para sua gestão em adesão livre, gestão democrática, participação econômica dos sócios e autonomia e independência. 

 

A sustentabilidade ambiental tem no empreendimento cooperativo a redução de desperdício, descarte consciente, reciclagem, neutralização das emissões de carbono, etc...

 

Uma sociedade justa precisa que as empresas colaborem com os problemas sociais e estruturais do país que redundam na redução da desigualdade.

As empresas, governo e sociedade devem se integrar na ESG para buscar um mundo mais justo.

 

EMPRESAS SE REÚNEM EM AJUDA MÚTUA PARA COMPRAS COLETIVAS

 

A pandemia impulsiona a ajuda mútua, cooperação, compartilhamento

e a solidariedade entre empresas pequenas e médias.

Todos nós precisamos ter uma economia mais justa, humana, menos desigual, solidária e com emprego. Como organizar um mundo com justiça e menos desigual? Isto passa pela economia que tem  poder  de prover melhor situação, motivo pelo qual devemos ter uma economia voltada para o social. A moderna economia precisa ser organizada com a inclusão social e com todos os  envolvidos com o socioeconômico, o neocooperativismo pode ser um dos meio, pela aplicação de seus princípios.

 

O neoliberalismo, pensamento único no mundo que é concentrador de renda e de poder é excludente,  motivo pelo qual é indispensável criar  um novo contexto socioeconômico, solidário e em cooperação que sirva de base para proposta do neocooperativismo num momento em que o mercado, está fora de controle, especulação financeira, injustiça econômica e pobreza. É indispensável numa situação de emergência rever o cooperativismo e incluí-lo no currículo escolar, e a doutrina da cooperação participe da nossa cultura que tem um único pensamento dominante, o neoliberalismo.

 

É preciso rever o modelo econômico vigente neste século, pois na pandemia houve um aumento significativo de desigualdade social  e construir princípios para gerar mudanças para um desenvolvimento socioeconômico que inclua a cooperação, solidariedade, participação, sustentabilidade, comércio justo.

 

Nesta época de pandemia, precisa acabar a resistência a uma moderna economia que os povos precisam e dar destaque ao seguinte:- necessidade de reduzir a pobreza para uma distribuição justa, acesso aos serviços básicos como saúde, saneamento e educação e assumir um projeto de transição, senão teremos consequências socioeconômicas que redundam em desastres, uma vez que convivemos com pobreza, falta de emprego, de trabalho, fome, precarização da mão de obra.

 

Precisa de um sistema econômico com justiça para inclusão social em que se destaque a necessidade de uma organização econômica, social e política. Em momentos de crise o cooperativismo se fortalece de forma concreta e prática, pois organiza o social para um melhor aproveitamento econômico e justo.

O Estado passa a precisar do cooperativismo para gerar sua autonomia econômica e organizar o social, uma vez que  passa  por crise devido a pandemia. Atualmente, alerta para a necessidade de um novo mercado para resolver o descontrole do social. Isto reforça a necessidade de mudanças, pois o cooperativismo, ao organizar o social estabelece  as bases do econômico dos cooperadores/donos.

 

O cooperativismo no Brasil em 1988 na constituição conseguiu a autonomia na organização cooperativa, motivo pelo qual passou a ser preciso revê-lo. O cooperativismo antagônico ao neoliberalismo apareceu em num ambiente de “Revolução Industrial”, e, com uma postura em que anula a precedente, reagiu ao capitalismo individualista, egoísta. O lema de liberdade, fraternidade e igualdade imperava e os tecelões de Rochdale, respeitando a liberdade individual, conduziram à adesão livre, à fraternidade social e à igualdade econômica, organizando-as para determinar a disposição necessária para implementar pela cooperação, o socioeconômico.

 

Nesse contexto é indispensável combater o pensamento único do neoliberalismo e  transformá-lo numa economia solidária. Nesta situação transformar o sistema político e o econômico numa sustentabilidade para a humanidade e o planeta, numa cooperação mútua como propõe a doutrina econômica da cooperação que sugere que se organize com autonomia financeira pelo próprio capital do cooperador/dono e estabelece as base da  autogestão.

 

A doutrina da cooperação deve se fortalecer e assumir sua moderna condição, adaptando-se a esta nova época, tornando-se uma doutrina que, pela universalidade de seus princípios, mais uma vez seja útil, e que, munindo-se de meios de defesa, retorne como economia concorrencial, reorganizando o social para cumprir com seu maior dever, gerar trabalhos. O forte papel de saber resistir às adversidades sociais através da organização do econômico reforça a posição de que a organização social não sobrevive sem o econômico.

 

A gravidade da crise atual, consequência da covid 19, que começa com o país que já tinha tido o PIB abaixo das expectativas, cria a necessidade de uma profunda ruptura do sistema vigente para combater com o mercado desregulado, especulação financeira que tem  como resultado a injustiça social e a pobreza, motivo pelo qual se impõe a necessidade de mudar e rever o cooperativismo para implementar um neocooperativismo pela doutrina econômica da cooperação e constituir uma nova economia e política para a economia solidária.

 

Isto torna urgente mudar a organização numa nova economia e criar um mundo sustentável, justo e solidário.

 

 

ECONOMIA SOLIDÁRIA, JUSTA E SUSTENTÁVEL

 

A moderna ciência econômica não pode ser repensada sem a inclusão social.

É preciso organizar um sistema econômico justo que inclua os milhões de necessitados.

 

Todos nós precisamos ter uma economia mais justa, humana, menos desigual, solidária e com emprego. Como organizar um mundo com justiça e menos desigual? Isto passa pela economia que tem  poder  de prover melhor situação, motivo pelo qual devemos ter uma economia voltada para o social. A moderna economia precisa ser organizada com a inclusão social e com todos os  envolvidos com o socioeconômico, o neocooperativismo pode ser um dos meio, pela aplicação de seus princípios.

 

O neoliberalismo, pensamento único no mundo que é concentrador de renda e de poder é excludente,  motivo pelo qual é indispensável criar  um novo contexto socioeconômico, solidário e em cooperação que sirva de base para proposta do neocooperativismo num momento em que o mercado, está fora de controle, especulação financeira, injustiça econômica e pobreza. É indispensável numa situação de emergência rever o cooperativismo e incluí-lo no currículo escolar, e a doutrina da cooperação participe da nossa cultura que tem um único pensamento dominante, o neoliberalismo.

 

É preciso rever o modelo econômico vigente neste século, pois na pandemia houve um aumento significativo de desigualdade social  e construir princípios para gerar mudanças para um desenvolvimento socioeconômico que inclua a cooperação, solidariedade, participação, sustentabilidade, comércio justo.

 

Nesta época de pandemia, precisa acabar a resistência a uma moderna economia que os povos precisam e dar destaque ao seguinte:- necessidade de reduzir a pobreza para uma distribuição justa, acesso aos serviços básicos como saúde, saneamento e educação e assumir um projeto de transição, senão teremos consequências socioeconômicas que redundam em desastres, uma vez que convivemos com pobreza, falta de emprego, de trabalho, fome, precarização da mão de obra.

 

Precisa de um sistema econômico com justiça para inclusão social em que se destaque a necessidade de uma organização econômica, social e política. Em momentos de crise o cooperativismo se fortalece de forma concreta e prática, pois organiza o social para um melhor aproveitamento econômico e justo.

O Estado passa a precisar do cooperativismo para gerar sua autonomia econômica e organizar o social, uma vez que  passa  por crise devido a pandemia. Atualmente, alerta para a necessidade de um novo mercado para resolver o descontrole do social. Isto reforça a necessidade de mudanças, pois o cooperativismo, ao organizar o social estabelece  as bases do econômico dos cooperadores/donos.

 

O cooperativismo no Brasil em 1988 na constituição conseguiu a autonomia na organização cooperativa, motivo pelo qual passou a ser preciso revê-lo. O cooperativismo antagônico ao neoliberalismo apareceu em num ambiente de “Revolução Industrial”, e, com uma postura em que anula a precedente, reagiu ao capitalismo individualista, egoísta. O lema de liberdade, fraternidade e igualdade imperava e os tecelões de Rochdale, respeitando a liberdade individual, conduziram à adesão livre, à fraternidade social e à igualdade econômica, organizando-as para determinar a disposição necessária para implementar pela cooperação, o socioeconômico.

 

Nesse contexto é indispensável combater o pensamento único do neoliberalismo e  transformá-lo numa economia solidária. Nesta situação transformar o sistema político e o econômico numa sustentabilidade para a humanidade e o planeta, numa cooperação mútua como propõe a doutrina econômica da cooperação que sugere que se organize com autonomia financeira pelo próprio capital do cooperador/dono e estabelece as base da  autogestão.

 

A doutrina da cooperação deve se fortalecer e assumir sua moderna condição, adaptando-se a esta nova época, tornando-se uma doutrina que, pela universalidade de seus princípios, mais uma vez seja útil, e que, munindo-se de meios de defesa, retorne como economia concorrencial, reorganizando o social para cumprir com seu maior dever, gerar trabalhos. O forte papel de saber resistir às adversidades sociais através da organização do econômico reforça a posição de que a organização social não sobrevive sem o econômico.

 

A gravidade da crise atual, consequência da covid 19, que começa com o país que já tinha tido o PIB abaixo das expectativas, cria a necessidade de uma profunda ruptura do sistema vigente para combater com o mercado desregulado, especulação financeira que tem  como resultado a injustiça social e a pobreza, motivo pelo qual se impõe a necessidade de mudar e rever o cooperativismo para implementar um neocooperativismo pela doutrina econômica da cooperação e constituir uma nova economia e política para a economia solidária.

 

Isto torna urgente mudar a organização numa nova economia e criar um mundo sustentável, justo e solidário.

 

 

SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA: UM DESAFIO DO SÉCULO XXI

 

“sustentabilidade econômica é um conjunto de praticas econômicas que visam o desenvolvimento econômico, financeiro e administrativo de um país ou empresa, preservando o meio ambiente e garantindo a manutenção dos recursos naturais para futuras gerações.”, de acordo com suapesquisa.com

Vantagens da sustentabilidade econômica?

-Atitudes sustentáveis geram mais economia financeira a médio e longo prazo.

-A imagem de governos e empresas que dão preferências às sustentabilidades econômicas valoriza-nas.

-A garantia da manutenção da qualidade de vida oferece um futuro melhor às gerações por vir.

 

A grande provocação de uma política econômica seja empresarial ou governamental é produzir crescimento econômico, lucro, renda e gerar empregos sem ocasionar danos ao meio ambiente.

 

A questão não resolvida da destruição  do meio ambiente pelo homem é um grande problema. O crescimento das cidades, as indústrias e os veículos causam prejuízos com efeitos de transtorno no ar, solo e as águas. As queimadas e o desmatamento lesam o uso racional dos recursos  naturais. O desenvolvimento é indispensável, porém o ser humano necessita respeitar o meio ambiente, pois ficamos na dependência pela sobrevivência do planeta.

 

É importante que haja a sustentabilidade econômica nas ações dirigidas para a produção de bens e serviços, porém estes são obrigados por compromissos com o futuro das próximas gerações.

 

O desenvolvimento sustentável é indispensável para que haja uma interação entre o desenvolvimento econômico, a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento social com justiça para o presente e gerações futuras. O combate ao desmatamento ilegal das matas e florestas são fatores que visam o desenvolvimento  sustentável.

 

Com a implantação de uma economia sustentável o homem institui uma relação entre o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente.

 

O desenvolvimento sustentável é uma grande luta do século XXI para o controle do desmatamento. No Brasil, o desenvolvimento sustentável é de forma lenta, apesar da origem da consciência ambiental e muitas empresas visam o lucro, deixando de lado as questões ambientais e sociais.

 

Infelizmente é grande o desmatamento nas florestas e uso de combustíveis. A reciclagem do lixo faz maior extensão nos últimos anos, ainda há existência de lixões ao ar livre. A poluição do ar, dos rios e solo ainda são problemas financeiros.

 

O maior desafio da sustentabilidade econômica é o progresso empresarial, gerar lucros e empregos com o objetivo administrativos e econômicos que procuram a preservação do meio ambiente e recursos naturais para gerações futuras.

 

A sustentabilidade empresarial tem sido  muito desenvolvida pelas responsabilidades ambientais e sociais que ganham a capacidade de julgar os valores dos consumidores que facilitam as empresas. Esta que visa ser sustentável se inquieta com o social ou comunidade em seu entorno e colaboradores. A sustentabilidade econômica está associada à sustentabilidade empresarial. Esta é muito usada porem é uma metodologia difícil de implantar, uma vez que está subordinado ao investimento, mudança de cultura, donos e funcionários.

 

Na América Latina dá-se conta de que a sustentabilidade traz retorno financeiro. A SAP empresa de software de gestão em parceria com a CIO Research e a Seekment, obtido o resultado pela “Estadão/Broadcast” “mostrou que 60% dos executivos de quatro grandes economia da região, inclusive, o Brasil, a sustentabilidade, seja ela ambiental, social ou de governança, pode trazer ganhos reais”(Estadão de 18/03/2021/ economia).

 

O honesto não significa que vai pagar mais. A percepção do consumidor valoriza o produto sustentável. Este estudo demonstrou que 46% de companhias exploraram as condições favoráveis à sustentabilidade, enquanto 22% estão estudando implementar em breve. O Brasil é o que tem menor quantidade de empresas com uma estratégia de sustentabilidade em andamento.

 

Hoje já é possível um país lucrar tendo uma consciência ambiental  e se tornar uma sociedade estável e justa. A sustentabilidade econômica trata de descobrir soluções que não sejam caras e que deem proveitos rápidos. Porém para que um país torne-se sustentável, é necessário criar políticas em todos os setores da economia para buscar apoiar as empresas a mudarem suas atitudes e focos e tornar-se livre da dependência em recursos externos.

 

A decisão em proteger florestas precisa do desenvolvimento sustentável, inclusão social e de geração de emprego, dessa forma garantem a proteção ambiental.  Atualmente a solução para a sustentabilidade torna-se urgente.

 

 

EMPREENDEDORISMO COOPERATIVO

O empreendedorismo cooperativo é quando os cooperadores, que são donos e usuários do capital, se unem para que juntos façam uma cooperação econômica e tornem seu empreendimento sustentável para realizar uma estratégia de negócios de uma organização ligada à sua sobrevivência. Para que o empreendimento se torne viável é preciso que seja socialmente sustentável. Sem sobras e/ou lucro, o empreendimento não será sustentável nem sobreviverá.

 

È preciso aumentar o empreendedorismo para substituir os empregos perdidos e criar novas soluções focadas nas necessidades sociais; agora é o momento para mudar e suprir as reivindicações da área de atuação local/comunitária num momento em que governo, empresas e a  economia estão passando por problemas. É indispensável tomar uma direção diferente em que sejam solucionados os problemas de desemprego, concentração de renda e ambiental.

 

O neocooperativismo tem um exemplo de empreendedorismo cooperativo que pode suprir os empregos formais e informais que foram arruinados, pois, pode ser considerada uma solução para o desemprego. O maior problema é a busca da sustentabilidade este é o meio de resolver o empreendedorismo  precário que não consegue suportar seu negócio.

 

A cooperação econômica pode ser a solução, pois o capital que não é suficiente para se sustentar e tem, no financiamento, a possibilidade de suprir o negócio que é o combustível para o empreendedorismo. A iempresa de crédito pode ser uma alternativa.  Este é o meio de suprir as necessidades financeiras do negócio, para ficar o dinheiro disponível para o projeto de empreendedorismo. Isto deve ser feito com autonomia financeira sem interferência estatal que é próprio dos empreendedores cooperativos.

 

O Estado precisa cooperar com o cooperativismo para solucionar as necessidades sociais na área de atuação local/comunitária.  O Estado não deve ser assistencialista, mas colaborar para que o cooperador/dono se torne um empreendedor e para que não fique numa fila em busca de emprego. O governo precisa incentivar as empresas sociais, deixar a sociedade resolver os problemas sociais e colaborar com o financiamento nas empresas de crédito para solucionar os negócios dos empreendedores.

 

A iempresa é uma empresa social sem fins lucrativos e se organiza pelo abuso do capital e não pela maximização do lucro, pois o interesse coletivo é o que deve vigorar. Precisam de uma fórmula que solucione seus problemas de negócios de uma forma sustentável financeiramente.

 

Não temos outra opção que não seja rever as regras dos princípios cooperativistas e tirar o papel de Estado Patrão e deixá-los livres para organizar a geração de trabalho com seu próprio capital integrando com as necessidades da sociedade em sua área de atuação local/comunitária.

 

O Estado deve mudar e criar novas funções e delegar à sociedade a organização do mercado de trabalho, através de apoio e estímulo. A liberdade da interferência Estatal em seu funcionamento é indispensável, pois reverte a situação; é este que está precisando do movimento cooperativo.

 

A doutrina da cooperação precisa ser revista para organizar o socioeconômico, adequando-o aos modernos meios tecnológicos, e criar seu Mercado Econômico Cooperativo – MECOOP, pois não existe velha nem nova economia, mas uma atualização a esta nova época, consequência da quarta revolução industrial e tecnológica.

 

A incapacidade do neoliberalismo em resolver o problema social e a utilização do capital como forma de intervir na sociedade cria a necessidade de reconsiderá-lo, uma vez que o social deve ser integrado com o capital.

 

O cooperativismo não está ameaçado; pelo contrário, fortalece cada país em particular por respeitar a geopolítica e organizar o social para um melhor aproveitamento econômico. A proposta conduz às necessidades de mudanças que buscam alternativas para torná-las viáveis para que seja possível interligar e unir uma organização técnica de uma extremidade a outra, ou melhor, de uma pertinência da necessidade de um indivíduo à relevância global.

 

Desta forma, propõe, discute e cria a Doutrina Econômica da Cooperação numa moderna revisão das regras dos princípios cooperativistas, motivo pelo qual estou revendo e relançando o livro “ Doutrina Econômica da Cooperação; Revisão das Regras dos Princípios Cooperativistas´ com o objetivo de colaborar com o socioeconômico.

 

 

DESIGUALDADE SOCIAL NA PANDEMIA

A desigualdade social é entre as pessoas, tomando como comparação o econômico, dentro de uma sociedade. A consequência da desigualdade social é: educação, trabalho informal, salários baixos, dificuldade de acesso aos serviços básico: saúde, transporte público e saneamento básico. Esta é uma questão não solvida que em grande parte diz respeito aos piores  IDH’s ( Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil.

 

A pandemia trouxe  consequências desastrosas para a desigualdade social como demonstra vários indicadores sociais. Reduzir as desigualdades sociais que têm sido agravadas desde o ano passado como consequência da pandemia será uma grande incitação para luta no mundo. As taxas de crescimento afastam progressivamente o desempenho das economias emergentes, incluindo a brasileira. Além disto, a vacina avança de forma inconstante, o desemprego permanece fora de controle e a pobreza aumenta. A busca de um novo “auxílio emergencial” demonstra a desigualdade social. A pandemia demanda mais investimento na saúde e auxilio emergencial, num ambiente de grave crise fiscal.

 

“O mercado de trabalho formal demonstrado pelo Pnad, na média móvel trimestral dessazonalizada, de janeiro 2021, apurou a destruição de 139 mil vagas de acordo com o IBGE, a situação do emprego no Brasil impressiona negativamente, fato confirma a queda expressiva do consumidor”. ( Estadão 05/04/21/ economia B2).  Ao redor de 40% dos ocupados trabalham no mercado informal e a taxa do desemprego atingiu 14,7% até janeiro de 2021. As estatísticas tornam agressivos demais o desemprego criando um episódio  contundente de grandes proporções, aumentando a desigualdade social.

 

Como consequência da má distribuição de renda a desigualdade social é afetada pelo seguinte: favelização; pobreza; miséria; desemprego; desnutrição; marginalização e violência. Enquanto os tipos de desigualdade social são:

- desigualdade econômica; desigualdade regional; desigualdade social e desigualdade do gênero.

 

Com a pandemia, Covid 19, a desigualdade social e a pobreza têm soluções difíceis para a maioria dos países, no momento. A principal causa da desigualdade social é a pouca oportunidade de trabalho; além de concentração de renda e poder; má administração dos recursos públicos, falta de investimento cultural. O programa emergencial é responsável pela desigualdade no país, pois atualmente o valor é muito baixo e o problema do desemprego tem aumentando.

 

Precisa-se resolver o problema de desemprego e da falta de aprovação de reformas, como a tributária e a administrativa. Outro grande problema é a falta de distribuição de renda e investimento na área social, como educação e saúde. Isto provoca a concentração de renda numa minoria que detém os recursos e a maioria dá origem à desigualdade social. As causas mais comuns são:

- má distribuição de renda; má administração dos recursos; lógica de acumulação do mercado capitalista; falta de investimento nas áreas sociais, culturais, saúde e educação; falta de oportunidade de trabalho e corrupção. Sem condições de saúde e educação será impossível obter oportunidades de empregos.

 

Segundo relatório da ONU (2010) as principais causas da desigualdade social são: falta de acesso à educação de qualidade; política fiscal injusta; baixos salários; dificuldade de acesso  aos serviços básicos: saúde, transporte público e saneamento básico.

 

No Brasil existem seis ações praticas para reduzir a desigualdade social:

- Vacinação para todos igualitariamente; estar sempre muito bem informado; comprar do pequeno, das lojas de bairro; pressionar as políticas públicas; repensar o capitalismo; investir mais em negócios sociais. Diante disto, infelizmente os ricos ficaram mais ricos durante a pandemia do corona vírus. A maior vitima do covid 19 é o homem negro e pobre, o País ultrapassa a marca das 370 mil mortes, e a maioria tem cor e estão sem emprego, etc, segundo o SUS (sistema único de saúde)

 

A retomada do auxilio emergencial ocasiona a diminuição do problema da fome, apesar de insuficiente. Isto obriga-nos a aumentar a solidariedade, devido a essa  onda que estamos vivendo ainda maior da covid.

 

A favelização é um dos grandes problemas da desigualdade social, são comunidades que têm uma vida precária e não dispõem de um mínimo de infraestrutura, além de não terem posse do terreno em que moram. Estas são resultados da desigualdade social e consequência de um grande número de pessoas que vivem de forma desumana criando a miséria e baixas condições de vida. Na pandemia as favelas têm tido escalada de contágio, diminuição de medidas restritivas, redução das oportunidades de trabalho e renda, inflação da cesta básica  e um auxilio emergencial insuficiente. A desinformação é um dos fatores da grande desigualdade na saúde, também.

 

A população já é acometida de quadro de desnutrição e agora com o covid 19 aumentou, além da fome que assola as favelas que  vivem de doações, 82%; além do prolongamento da pandemia que passaram a depender das doações que infelizmente, atualmente caíram dramaticamente. É preciso, repensar essa desigualdade social que têm aumentado com a segunda onda, senão teremos muitos problemas. A organização socioeconômica é um meio de resolver, mudanças de políticas públicas de inclusão social, política econômica para população de baixa renda e solidariedade são ações a ser tomadas com urgência.

 

 

A DIFERENÇA ENTRE A AUTONOMIA FINANCEIRA

E A SUSTENTABILIDADE NO NEOCOOPERATIVISMO

De acordo com a ONU a sustentabilidade é definida como “o atendimento das necessidades das gerações atuais, sem comprometer a possibilidade de satisfação das necessidades das gerações futuras”.

 

Sustentabilidade são ações de realizações econômicas, sociais e ambientais que preservam e garantem a manutenção dos recursos necessários ao seu desenvolvimento e funcionamento. 

 

No caso do neocooperativismo a autonomia econômica é diferente da sustentabilidade econômica. É pela organização do capital particular dos cooperadores/donos, sem dependências em bancos, sendo com seu próprio capital de maneira que seus recursos não acabem. Estas têm como objetivo criar uma nova organização socioeconômica centrada nas questões sociais e no atendimento das necessidades dos cooperadores que são donos e usuários de capital. Temos como exemplo de busca de sustentabilidade a economia solidária, criativa etc..

 

O papel da sociedade em relação á sustentabilidade e a colaboração no neocooperativismo:

 

Organizar e reduzir o consumo;

Informar-se;

Buscar produtos sustentáveis;

Pressionar o governo;

Organizar o econômico em cooperação econômica de maneira viável.

 

As necessidades dos seres humanos devem ser supridas e organizadas para atender o consumo. Esta é uma forma da geração de trabalho atender ás necessidades da área de atuação local.

 

A sustentabilidade é economicamente realizável e socialmente justa. A sustentabilidade econômica responsabiliza-se pelo desenvolvimento econômico, porém sem produzir impactos ambientais.

 

No neocooperativismo se organiza baseando-se no tripé da sustentabilidade que é o social, econômico e ambiental, enquanto nas empresas cooperativas, a sustentabilidade econômica precisa se dirigir por meio da colaboração dos cooperadores/donos com seu capital para viabilização da autonomia financeira.

 

A preocupação das empresas cooperativas é reunir a produção com a preservação do meio ambiente, pois atualmente a sustentabilidade deve ser a meta e ter como prioridade promover o uso consciente dos recursos naturais, através de uma gestão sustentável. Para despertar o interesse pela sustentabilidade é preciso educar, treinar  para reduzir o impacto ambiental e social. Enquanto a autonomia financeira representa a capacidade financeira de se sustentar, sem dependência, ou melhor, pelo capital particular do cooperador/dono.

 

No neocooperativismo avalia-se através da organização do custo da iempresa e compartilha dos recursos humanos, materiais e econômico financeiro, pelo capital, de acordo com a capacidade financeira de cada um, e busca-se organizar a  cooperação econômica. e a compartilha entre todos os cooperadores/donos em benefício financeiro, organizando a autonomia financeira da empresa. A autonomia financeira é a capacidade da empresa de arcar com seus próprios custos, através do próprio capital dos cooperadores/donos em compartilha entre si, reduzindo custo, tornando-os sustentáveis. Portanto, impede a queda pelos compromissos financeiros através do capital particular do cooperador/dono para compartilhar os recursos entre si.

 

O trabalho é indispensável para organizar o homem com autonomia financeira na iempresa, motivo pelo qual gera trabalho em cooperação econômica. A autonomia financeira representa a capacidade de gerar emprego, ou melhor, trabalho e dar as partes de seus compromissos financeiros, através do capital particular do cooperador/dono, organizando-os em cooperação econômica e compartilha dos recursos.

 

A organização e a participação econômica dos sócios, terceiro princípio cooperativista, estabelece as bases do custo do orçamento que deve ser gerido com autonomia, pois se organizam pelo capital particular do cooperador/dono, numa autonomia financeira para ter gerência sobre seu dinheiro sem dependências.

 

A autonomia financeira é o meio dos cooperadores/donos executarem seus compromissos com seu capital próprio, sem dependências.