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ECONOMIA SOLIDÁRIA

  NOVAS REGRAS

 

 

IEMPRESA; NOVA ESTRUTURA DE EMPRESA COLABORATIVA

A produção deve ser própria sem uma economia dirigida, mas uma economia distribuída com justiça em procura de suprir as necessidades com sustentabilidade.

 

Para dar continuidade às sugestões de ”Economia Solidaria; novas regras” é necessário criar uma empresa, via software, a fim de formar um meio de implementá-la. A seguir, uma proposta para uma nova estrutura de empresa, a iempresa, pois sem dúvida um novo sistema é possível pelo uso da moderna tecnologia.

 

Uma grande parte dos empreendedores tem falta de recursos, conhecimentos e objetivos claros. O cooperativismo seria uma solução para estes problemas, porém não tem os obtidos resultados esperados. Propomos uma revisão das regras cooperativas, criando uma iempresa que se beneficia de um software colaborativo para a administração, vendas, produção, pesquisa e desenvolvimento em cooperação econômica. È uma empresa social descentralizada entre suas diversas gestões em compartilha dos recursos humanos, materiais e econômico-financeiros que através da decisão dos cooperadores-donos estabelece a base da sua sustentabilidade.

 

A organização socioeconômica precisa ser mudada, pois nasceu de uma ideia de negócio e a iempresa tem como base um software colaborativo que interage entre si e constituem as iempresas que as compõem, cujo trabalho em comum é com uma ou mais gestões que favorecem a organização do trabalho.

 

A quantidade de conhecimento necessária para gerenciar uma empresa é extremamente grande e está aumentando exponencialmente. Uma pequena empresa não tem pessoal ou recurso para se manter atualizada nas técnicas e procedimentos necessários para se tornar competitiva no mercado.

 

Por exemplo, em uma empresa individual, o dono é o próprio executor do trabalho, ele tem que entender do seu cliente, processo de produção e matéria prima. Além disso, também teria que entender de administração financeira, vendas, marketing, estoque, compras, entrega, etc. Ele não teria nem tempo e nem capacidade cognitiva para adquirir todo este conhecimento, sem contar que todas estas áreas estão se desenvolvendo muito a cada ano, não é um conhecimento estático, está sempre evoluindo.

 

Este é um dos motivos que cada iempresa faça uma semi-integração com cada segmento da empresa que se responsabilize pela educação para oferecer seus serviços entre todos os envolvidos no sistema.

 

Cada iempresa se compõem de diversas iempresas para constituir a organização que é colaborativa e atende a todos os envolvidos. Através do software e da assessoria, fornece recursos para executar as atividades, sem transferência de conhecimento.

 

Missão:

  • Desenvolvimento colaborativo de empreendimentos econômicos.

 

Visão:

  • Produzir o sucesso econômico de outras organizações.

 

VALORES

  • Compartilhar os recursos;
  • Cooperação mútua;
  • Desenvolvimento econômico com sustentabilidade social e ambiental;
  • Liberdade para tomar suas próprias decisões;
  • Probidade administrativa e transparente;
  • A geração de trabalho no neocooperativismo às tem como principal vantagem ajuda mútua para a cooperação econômico e atender fins lucrativos.
  • Acaba com o emprego e transforma todos em cooperadores/donos que se reúnem de forma voluntária, democrática e autônoma para realizar objetivos em comum em que todos têm obrigação de cumprir com o quinto princípio, ou seja, educação, informação e formação. Este passa a ser o principal princípio para soluções específicas das iempresas.
  • Cada especialidade dos cooperadores a iempresa terá a responsabilidade de educá-los para serem melhores qualificados e atualizados às necessidades do mercado, pois cada profissional será responsável pelo seu desempenho e isto potencializa ganhos maiores.

 

 

 

 

PROPOSTA PARA AUTOGESTÃO - SUGESTÃO - ARTE III 

A autogestão serve de base para a cooperação entre vários cooperadores que dão existência total a determinadas atividades sejam econômicas, produtivas, administrativas, entre outras.

 

A autogestão é um meio de gestão empresarial em que as tomas de decisões são feitas entre todos os cooperadores e não por uma só pessoa e tem como consequência,  mais autonomia em suas ações.

 

A gestão é feita pelos cooperadores que são donos e gestores. Na autogestão é sugerido aplicar a regra 30/70 para facilitar a tomada de decisão socioeconômica com clareza e transparência. É imprescindível o esclarecimento para que os cooperadores/donos saibam até onde podem ir e exercerem o que devem fazer. Esta reunião, da parte de um todo, precisa ser usada para resolver os problemas da dificuldade de gestão, falta de transparência, capital e visão estratégica.

 

A regra 30/70 é para dar existência à administração do capital da empresa que às vezes não podem ser supridas e mesmo desvirtua o seu objetivo que passa a organizar o capital em cooperação econômica constituindo os 30% entre os cooperadores/donos como base para a cooperação econômica, enquanto os 70% com pouco capital são mantidos por esta minoria, tornando-os inadimplentes, as empresas e os cooperadores/donos. Assim a regra 30/70 é para organizar a administração na autogestão como meio de apoiar a decisão final com clareza para decidir em assembleia.

 

A regra 30/70 dá as disposições necessárias para organizar com mais autonomia entre os cooperadores, pois há mais liberdade na tomada de decisão, pois não precisam se reportar a um chefe, pois todos são cooperadores/donos. Esta oferece maior liberdade, pois têm um modelo de igualdade de poderes, mas que podem agir de acordo com um conjunto de diretrizes levantadas de baixo para cima que contribui com a tomada de decisão.

 

O uso do software na autogestão é um grande benefício que se organiza de baixo para cima, através do levantamento das necessidades, interesses e reivindicação que passa a colaborar com o desempenho do trabalho e da cooperação econômica, oferecendo informações úteis para melhorar a gestão e obter resultados baseados nos fatos e nas experiências, facilitando a tomada de decisões com caráter pratico e a distribuição de modo mais uniforme. A regra 30/70 abastece com diretrizes pré-estabelecidas pelo levantamento das necessidades, interesses e reivindicações.

 

Ao aplicar a regra 30/70, as tomadas de decisões são organizadas de maneira clara e distribuída para tonar uniforme o levantamento das necessidades entre os colaboradores, ou melhor, cooperadores. Estabelece um conjunto de linhas reguladoras de um plano que os cooperadores tenham conhecimento a onde ir, sendo explicado quais as possibilidades que podem exercer.

 

Alguns problemas:

- Dificuldade de gestão;

- Falta de sigilo (um sócio mais esperto desvia a finalidade);

- Falta de capital;

- Falta de visão estratégica.

 

Na autogestão, a gestão é horizontal e todos têm grande valor ou importância. As decisões são mais rápidas tendo em vista que têm mais autonomia para indicar com exatidão o que precisa ser feito. Todos têm liberdade para tomar decisões.

 

Soluções:

- Suprir as deficiências da gestão com um software colaborativo;

- Rede de produção e de consumo;

- Compartilhar bens e gerar massa crítica de visibilidade de mercado;

- Produzir uma visão estratégica para melhorar o planejamento.

 

A gestão democrática põe em prática a aplicação da regra 30/70 que facilita a decisão final com transparência ao suprir as necessidades, interesses e reivindicações do capital produtivo através da coleta de informações dos cooperadores/donos organizados de baixo para cima.

 

Ao pôr em prática na empresa a regra 30/70 constata-se que seus projetos prioritários são medidos com imparcialidade e transparência para serem decididos em assembleia.

 

 

 

 

UMA NOVA REGRA COOPERATIVISTA; APOIO À AUTOGESTÃO; PARTE II 

 

A cooperativa é gerenciada por cooperadores/donos que, em geral, não tem habilidade nem formação em gestão, o que a torna ineficiente. Na gestão democrática, a cooperativa é administrada pelos cooperadores/donos eleitos entre si que possuem direitos iguais pelo voto único e que têm o poder de elaborar a formulação das suas próprias políticas.

 

É preciso mudar o gerenciamento da autogestão que é feita por todos os cooperadores, onde não há a figura do patrão pois todos são donos.

Os cooperadores/donos são eleitos para representá-los pelo controle democrático que participam da gestão para sugerir, opinar, denunciar falhas, propor soluções e defender suas ideias de forma democrática e participativa. Este tipo de organização faz parte de um todo por pessoas que dividem entre si propósitos e interesses no qual todos são donos dos seus negócios.

 

Criar e manter um orçamento justo e escolhido pelos cooperadores/donos é trabalhoso, mas vale a pena para administrar e organizar a autogestão.

A aplicação da regra 30%/70% diz que: As empresas são mantidas por 30% dos cooperadores/donos que sustentam 70% sobrecarregando a empresa e tornando-a inadimplente. Portanto, um pequeno numero de cooperadores/donos manterá as reivindicações da maioria. O pior, sem atender ás suas, uma vez que a maioria, com poder aquisitivo menor, pesa na decisão final, em que a minoria, com poder aquisitivo maior não se beneficiará, gerando uma situação em que todos se tornarão inadimplentes, mesmo os com poder aquisitivo maior, prejudicando a si próprio e a sua empresa, também.

 

A moderna regra de ouro do cooperativismo 30%/70% é um método que pode ser aplicado para buscar a imparcialidade, através de um software colaborativo que poderá ser um dos meios de fazer as vezes da real necessidade concentrada e significativa de seu grupo de ação, sem a manipulação de cima para baixo, mas o inverso.

 

É indispensável aplicar a regra 30/70 para:

1. Tornar mais eficiente a autogestão;

2. Organizar as prioridades;

3. Implementar a regra 30/70 para obter metas claras;

 

A gestão democrática se organiza numa dinâmica administrativa para a organização do social, pois precisa do equilibrio entre o econômico e o social, para que tenham credibilidade e condições de resolvê-las.

 

A solução do problema de falta de formação da diretoria na administração da empresa pode ser resolvida via aplicação de software colaborativo para se organizar as prioridades da ação, porem, com controle e transparência econômica. Ao aplicar na empresa a regra 30%/70% constata-se que seus projetos prioritários são medidos com imparcialidade e transparência econômica, mas mesmo assim vão ser decididos em assembleia.

 

O levantamento da informação de baixo para cima é estabelecido para transformar-se numa união de força e formar uma ação homogênea com o poder de causar uma notável mudança, motivo pelo qual as ações serão processadas, através do mercado da informação dos cooperadores/donos.

É indispensável preencher a planilha e consolidar os dados que para organizar a execução é importante para verificar a evolução do projeto, através de um rastreamento e atualização dos valores realizados.

 

As grandes vantagens são:

- Fazer análise financeira de qualidade.

-Planejamento financeiro e estratégico.

- Organizar os gastos.

- Fica mais fácil obter a colaboração do cooperador.

- Clareza e transparência.

 

O absurdo da ilógica situação é que 30% mantém 70%, acabando com a união entre todos, desestruturando-os, pois não há interesse em participar deste movimento que desorganiza o social pelo econômico. A nova regra de ouro busca compartilhar igualdades para organizar em cooperação econômica, ao partilhar fraternidades para organizar, em solidariedade, o social, com a educação na cooperação para com liberdade entrar em adesão livre.

 

 

 

 

A EDUCAÇÃO NAS EMPRESAS COOPERATIVAS E NAS CORPORATIVAS

 

Conforme disse Elie Politi: -“Educação na cooperação é fundamental. Por outro lado, a empresa dita capitalista pode mais facilmente formar mão de obra especializada.”

Realmente a diferença maior entre a cooperativa e a empresa capitalista é que esta investe mais em capital e recursos humanos e as cooperativas acometem para ganhar juntos e compartilharem idéias.

 

A educação cooperativa é para dar existência a um mundo mais justo, solidário e com oportunidades para todos.

 

A lógica da economia capitalista, ou melhor a busca do lucro em lugar da consideração humana deve ser superada com a educação cooperativa.

A educação é meio de participação para modificar o desenvolvimento humano e a educação dentro de uma cooperativa trata de descobrir a forma de reconhecer a compartilha dos recursos entre todos os envolvidos em sua empresa. O cooperativismo educa para que os cooperadores tenham uma melhor forma com suas produções para ajudar em suas vendas, entretanto ambas precisam da mão de obra com maior grau de instrução, uma vez que dependem delas para maior retorno financeiro.

 

A educação corporativa é pelo saber provindo da experiência da empresa para realizar os objetivos com uma educação continuada, enquanto as organizações cooperativas são a reunião de pessoas com pouco capital que se unem para atingir os objetivos econômicos comuns formando uma empresa que exerce o poder democrático.

 

Tendo em vista que se trata de um dos princípios ou melhor, o quinto que é educação, informação e formação, entretanto o maior problema é que se absorve mão de obra de diversas formações que acabam prejudicando-as. As empresas cooperativas atingem o desenvolvimento econômico e social diferente das organizações das empresas corporativas . A educação na cooperativa deve aumentar a participação dos cooperadores/donos e a educação na profissionalização da gestão que deve ser indispensável pois o gerenciamento é ineficiente. È preciso mudar e criar uma empresa na qual o gerenciamento seja realizado por profissionais especializados, sendo todos cooperadores e integrados na autogestão, numa semi-integração entre todos. A educação cooperativa deve ser obrigatória e a comunicação entre as empresas, enquanto as corporações educam para o aumento da produtividade.

 

A cooperativa trata de descobrir melhorias que servem de apoio aos interesses, necessidades e objetivos tendo que reconhecer a educação informal que traz como consequência a emancipação humana.

 

A junção da cooperativa e da educação é para esforçarem-se para conseguir resolver de forma coletiva as questões não solvidas, uma vez que é um consenso a que se chegam pelos seus negócios.

 

A educação cooperativa empenha-se em incitar os cooperadores/donos a responsabilidade social de forma democrática, pois todos são donos. Entretanto devem manter a cultura da educação, pois as empresas corporativas e as cooperativas precisam da educação para implementar os seus negócios.

 

Com a implantação do capitalismo muitas extensões econômicas se tornaram prejudicadas pelo individualismo tanto social como no trabalho, motivo pelo qual os cooperadores devem ser educados na doutrina da cooperação.

 

A educação corporativa dá margem as empresas que desenvolvam seu capital intelectual e como consequência a competitividade no mercado. Portanto, sugiro que as empresas cooperativas façam um rastreamento da produção suprindo-a de informação necessária ao desenvolvimento da produção para mensuração dos resultados pelo controle de qualidade.
 

Na cooperativa é produzido aprendizagem e novos conhecimentos. A educação cooperativa orienta a condução da empresa que se organiza pelo crescimento mútuo, fortalecendo-a, inclusive integraliza os cooperadores. Hoje em dia existem ótimas cooperativas que têm tido retorno financeiro e distribui entre todos os envolvidos, como:- COAMO; .SICREDI; COOPERSUCAR; VALE; LAR COOPERATIVA; CAMIL; COCAMAR E COPACOL, ETC...

A cooperativa presta serviço de desenvolvimento econômico e social , produtividade e sustentabilidade e se baseia em valores de solidariedade, responsabilidade, democracia e igualdade.

 

Está claro que sem educação os profissionais das empresas corporativas e cooperativas não crescem nem mantém a sustentabilidade.

 

 

 

 

 

GESTÃO DEMOCRÁTICA PRECISA DE MUDANÇA

 

É PRECISO EDUCAR NA DOUTRINA ECONÔMICA DA COOPERAÇÃO

PARA SABER COMO ASSOCIAR-SE AO SEU NEGÓCIO

A organização cooperativa é administrada por seus membros que toma parte na formulação das políticas e nas tomadas de decisões. Os eleitos pelos cooperadores são seus representantes e são responsáveis perante estes, os cooperadores provêm do poder do voto independente do capital investido. Os eleitos como representantes tornam-se responsáveis perante seus membros.

 

A cooperação e a ajuda mútua dirigidas de forma democrática e participativa que tem como objetivo as características legais e doutrinárias distintas das outras sociedades.

A gestão cooperativa que é controlada por seus membros que têm parcela num todo ativo e expõe com precisão entre si as políticas e as tomadas de decisões.

 

A cooperativa é uma associação de pessoas com objetivos definidos que transforma o mundo mais justo e sustentável que possibilita a realização de todos.

 

PROBLEMAS DA GESTÃO COOPERATIVA

-Interferência do governo que afeta negativamente a eficiência da gestão.

- Gerenciamento ineficiente. A cooperativa que a é gerenciada por seus cooperadores que não possuem conhecimento de gestão, pois sem eficiência na administração torna impraticável o seu desempenho.

-Falta de sigilo e diferenças. As discussões são abertas prejudicando-as pois o sigilo é importante para o sucesso da comercialização, facilitando a competitividade do concorrente. A administração da cooperativa com diversidade de formação de diferenças sociais como acadêmicos e econômicos, retardar as opiniões de importante questões. Isto pode paralisar a eficácia da gestão. Tornar diferente do que era é indispensável, motivo pelo qual sugere a aplicação de um software colaborativo para melhor administrar e organizar a cooperação econômica.

 

Há necessidade de mudanças na gestão democrática para que haja realmente cooperação e o modelo volte a ser sustentável.

 

Os cooperadores, que são donos e usuários do capital, se unem para que juntos façam uma cooperação econômica e tornem seu empreendimento sustentável para realizar uma estratégia de negócios de uma organização ligada à sua sobrevivência. Para que o empreendimento se torne viável é preciso que seja socialmente sustentável.

 

A economia solidária é uma alternativa para a geração de trabalho onde todos colaboram para o fortalecimento da autogestão da empresa solidária. A diferença do empreendimento cooperativo do capitalista é a influência da cooperação dos trabalhadores na cooperativa que dispõe da prática da autogestão para realizar as ações comuns, além do comprometimento com a diferença que não é pela exploração da mão de obra.

 

A empresa cooperativa é sem fins lucrativos e se organiza sem abuso do capital nem pela maximização do lucro, pois o interesse coletivo é o que deve vigorar. Precisam de cooperação econômica como meio de solucionar os problemas de negócios de uma forma sustentável e a aplicação da regra30/70 pode auxiliar.

 

A autogestão que é a gestão de uma empresa pelos próprios cooperadores/donos, que são representados por uma direção ou conselho gestor. Ao aplicar a regra 30/70 organiza a autogestão e a cooperação econômica para dar existência à cooperação mútua e organizar a autonomia financeira de forma sustentável e solidária.

 

 

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ARTIGOS 2021

 

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- TRABALHO NO PÓS PANDEMIA

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DUMPING AMBIENTAL: A DESTRUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE PRECISA ACABAR

 

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- ORGANIZAÇÃO DE UMA EMPRESA GERANDO TRABALHO EM COOPERAÇÃO ECONÔMICA. PARTE 2

 

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